Home

We are living in exceptional times. Scientists tell us that we have 10 years to change the way we live, avert the depletion of natural resources and the catastrophic evolution of the Earth’s climate.

The stakes are high for us and our children. Everyone should take part in the effort, and HOME has been conceived to take a message of mobilization out to every human being.

For this purpose, HOME needs to be free. A patron, the PPR Group, made this possible. EuropaCorp, the distributor, also pledged not to make any profit because Home is a non-profit film.

HOME has been made for you : share it! And act for the planet.

Yann Arthus-Bertrand

HOME official website
http://www.home-2009.com

Fiquei absolutamente estupefacta com este documentário. Aconselho vivamente a verem e também a divulgarem o mesmo.

Dá vontade de viajar pelo mundo inteiro e encher de porrada toda a gente que ousar sequer pisar uma plantinha inocente e viva.

Vejam. Está realmente muito mas muito bom. Está disponivel para visualização no you tube!

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Wolf’s Rain

Há séries que nos marcam. Wolf’s Rain foi sem dúvida uma delas. É uma história de amor, coragem, força.. mas acima de tudo esperança. Acho que foi o único anime até hoje que me fez chorar baba e ranho. Consigo identificar-me com todas as suas mensagens *suspiro*

Resolvi reviver *

Movimento pela igualdade no acesso ao casamento civil entre pessoas do mesmo sexo

“A igualdade no acesso ao casamento civil é uma questão de justiça que merece o apoio de todas as pessoas que se opõem à homofobia e à discriminação. Partindo da sociedade civil, a luta pelo acesso ao casamento para casais de pessoas do mesmo sexo em Portugal conta neste momento com um crescente apoio político e social. Nós, cidadãos e cidadãs que acreditamos na igualdade de direitos, de dignidade e reconhecimento para todas e todos nós, para as/os nossas/os familiares, amigas/os, e colegas, juntamos as nossas vozes para manifestarmos o nosso apoio à igualdade.
Exigimos esta mudança necessária, justa e urgente porque sabemos que a actual situação de desigualdade fractura a sociedade entre pessoas incluídas e pessoas excluídas, entre pessoas privilegiadas e pessoas marginalizadas; Porque sabemos que esta alteração legal é uma questão de direitos fundamentais e humanos, e de respeito pela dignidade de todas as pessoas; Porque sabemos que é no reconhecimento pleno da vida conjugal e familiar dos casais do mesmo sexo que se joga o respeito colectivo por todas as pessoas, independentemente da orientação sexual, e pelas famílias com mães e pais LGBT, que já são hoje parte da diversidade da nossa sociedade; Porque sabemos que a igualdade no acesso ao casamento civil por casais do mesmo sexo não afectará nem a liberdade religiosa nem o acesso ao casamento civil por parte de casais de sexo diferente; Porque sabemos que a igualdade nada retira a ninguém, mas antes alarga os mesmos direitos a mais pessoas, acrescentando dignidade, respeito, reconhecimento e liberdade.
Em 2009 celebra-se o 40º aniversário da revolta de Stonewall, data simbólica do início do movimento dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros. O movimento LGBT trouxe para as democracias – e como antes o haviam feito os movimentos das mulheres e dos/as negros/as – o imperativo da luta contra a discriminação e, especificamente, do reconhecimento da orientação sexual e da identidade de género como categorias segundo as quais ninguém pode ser privilegiado ou discriminado. Hoje esta luta é de toda a cidadania, de todos e todas nós, homens e mulheres que recusamos o preconceito e que desejamos reparar séculos de repressão, violência, sofrimento e dor. O reconhecimento da plena igualdade foi já assegurado em várias democracias, como os Países Baixos, a Bélgica, o Canadá, a Espanha, a África do Sul, a Noruega, a Suécia e em vários estados dos EUA. Entre nós, temos agora uma oportunidade para pôr fim a uma das últimas discriminações injustificadas inscritas na nossa lei. Cabe-nos garantir que Portugal se coloque na linha da frente da luta pelos direitos fundamentais e pela igualdade.
O acesso ao casamento civil por parte de casais do mesmo sexo, em condições de plena igualdade com os casais de sexo diferente, não trará apenas justiça, igualdade e dignidade às vidas de mulheres e de homens LGBT. Dignificará também a nossa democracia e cada um e cada uma de nós enquanto cidadãos e cidadãs solidários/as – e será um passo fundamental na luta contra a discriminação e em direcção à igualdade.”

http://www.petitiononline.com/mpi/petition.html

Petição à Ordem dos Médicos sobre “reconversão” da orientação sexual

http://www.peticao.com.pt/reconversao-da-orientacao-sexual

Exmo. Senhor
Bastonário da Ordem dos Médicos

Os signatários, técnicos de Saúde Mental, vêm solicitar a sua atenção para os seguintes factos:
1) o Jornal “Público” divulgou em 2 de Maio de 2009 um artigo intitulado “Ainda há defensores da cura da homossexualidade”.
2) Nesse texto, dois psiquiatras portugueses—um deles Presidente do Colégio de Psiquiatria da Ordem dos Médicos (OM)— manifestaram opiniões de que discordamos profundamente. Um dos médicos referia a terapia cognitivo-comportamental para “mudar” a orientação sexual e o dirigente da OM falava em “reenquadrar a identidade de género e as opções de relacionamento” e distinguia “homossexualidade primária com cunho biológico marcado e homossexualidade secundária” para justificar a intervenção médica em homossexuais.
3) Os signatários consideram as opiniões citadas como incorrectas, sabendo-se que a homossexualidade não é considerada doença desde 1973 e que não há qualquer evidência científica que sustente a validade das intervenções propostas. Recordam ainda que a APA (Associação Americana de Psiquiatria) reprova qualquer intervenção dita de reconversão da orientação sexual.

4) Como técnicos de Saúde Mental, não ignoramos o sofrimento psicológico de muitas pessoas LGBT, mas consideramos que ele não é resultante dos seus comportamentos, afectos ou identidades, antes é determinado por um contexto social marcado pela homofobia que se revela discriminatório. Neste sentido, consideramos que esse sofrimento resulta da interiorização de mensagens sociais negativas e que cabe aos técnicos de Saúde Mental reduzir a dissonância entre o peso destas mensagens interiorizadas e os sentimentos dessas pessoas, favorecendo a auto-aceitação, afirmação e validação da sua orientação sexual e da sua identidade sexual.

Senhor Bastonário:

Pelo exposto, vimos solicitar:
a) A clarificação urgente da Direcção da Ordem dos Médicos sobre este tema.
b) Uma tomada de posição do Colégio da Especialidade de Psiquiatria, após um debate entre os seus membros.
c) O seu apoio e participação na continuação deste debate na comunicação social, que os signatários pretendem levar a cabo.

Lisboa, 14 de Maio de 2009

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Se forem profissionais de Saúde, por favor deixem essa pequena anotação.

S.Pedro do Sul a seus pés

Passei o fim de semana numa formação da rede ex aequo em S. Pedro do Sul.
Foi um fim de semana extremamente cansativo mas muito gratificante. Aprendi imensa coisa, passei um tempo extraordinário em muito boa companhia e saí de lá repleta de motivação e vontade de trabalhar e de dar o meu melhor 🙂

Ainda estou um pouco cansada para estar a escrever um post muito alargado sobre o meu fim de semana.. Mas se estiverem interessados em saber mais detalhes deixo aqui um link de um colega meu de formação que fez um post que penso que descreve bastante bem e mais detalhadamente o fim de semana. Por isso com a devida autorização dele deixarei aqui esse mesmo link 🙂


http://ohomemvulneravel.blogspot.com/2009/04/fim-de-semana-voluntario.html