bye bye

Apesar do wordpress ter aparentemente funcionalidades mais giras, cheguei à conclusão de que não vale a pena manter dois blogs devido à imensa falta de tempo que tenho.

 

Por isso manterei o meu mais antigo:

 

http://japanese-cherry.livejournal.com/

 

Poderão ler-me e comentar por lá. Eu deixarei completamente de escrever neste.

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Era isto?

Espero bem que tenha valido a pena.

Considerações, A. Silva

“A justiça há-de ser para nós amparo criador, consolação e
aproveitamento das forças que andam desviadas; há-de ter por princípio e
por fim o desejo de uma Humanidade melhor; há-de ser forte e criadora;
no seu grau mais alto não a distinguiremos do amor.”

Northern Star

They tried to catch a falling star.
Thinking that she had gone too far.
She did but kept it hidden well.
Until she cracked and then she fell.

If all the history is true.
She’s gonna end up just like you.

You made it to the other side.
But tell me who will be my guide.

They build you up so they can tear you down.
Trust the ocean you’ll never drown.
Who is next? Who’s gonna steal your crown?
You’ll see.

I have learnt my lesson well.
The truth is out there I can tell.
Don’t look back and don’t give in to their lies and goodbyes.
Northern Star.

Fulfil the longing in your heart.
Then we will never be apart.
And if they dare to question you.
Just tell them that our love is true.

They buy your dreams so they can sell your soul.
Is it any wonder we’ve lost control?
Feelings come, feelings go.

I have learnt my lesson well.
The truth is out there I can tell.
Don’t look back and don’t succumb to their lies and goodbyes.

Live your life without regret.
Don’t be someone who they forget.
When you’re lost reach out for me.
And you’ll see she’s not far.
Northern Star.
Northern Star.

I have learnt my lesson well.
The truth is out there I can tell.
Don’t look back and don’t succumb to their lies and goodbyes.

Live your life without regret.
Don’t be someone who they forget.
When you’re lost reach out for me.
And you’ll see she’s not far.
Northern Star.
Northern Star.
Northern Star.

Parabéns ao MICA – me – JANTAR

“Olá a tod@s!

Como sabem o MICA-me está de parabéns. Estamos este mês a completar um ano de actividade.

O MICA-me é um grupo de pessoas, aberto a todos, com o objectivo comum de actuar na sociedade através da cultura e das artes, de forma a promover a não-discriminação e a mudança de mentalidades em geral, e na área da orientação sexual e da identidade de género em particular.

Para festejar o nosso primeiro aniversário pensámos em ter-vos conosco e, recebidos pela Casa da Horta, tratámos de organizar um jantar diferente para brindarmos aos próximos projectos, e ao próximo ano.

Assim, estão todos convidados para o aniversário do MICA-me no próximo dia 17 de Setembro, quinta-feira, na Casa da Horta.

A festa começa às 18 horas com a projecção do documentário Os tempos de Harvey Milk, de 1984, sobre a vida, e a morte, do activista.

O jantar será às 20h30. O valor do jantar é de 10 euros (sendo que 50% das receitas revertem a favor do MICA-me) e dá direito a bebida e ao menu colorido especialmente para a ocasião.

Entrada à pãezinhos com molho à Casa da Horta

Sopa cor-de-rosa à sopa de beterraba

Prato multicolor à tofu com ervilhas e outros legumes, arroz de açafrão e salada arco-íris.

Sobremesas variadas

O LIMITE DE VAGAS É DE 30 PESSOAS, por isso se puderem e quiserem ir ao jantar, pedimos que se inscrevam até ao dia 16 de Setembro para o e-mail da Casa da Horta casadahorta@pegada.net (será dada uma resposta ou de confirmação ou de reserva no caso de já não haver vagas; por isso, p.f. esteja sempre atento ao e-mail de resposta aquando da sua reserva).

Após o jantar, e para que a festa seja completa, temos para vocês a apresentação do projecto O que tu não sabes, e outras surpresas a serem reveladas.

Aparece, traz alguém contigo e traz ideias também!

::DOCUMENTÁRIO:: Depois de Gus Van Sant, com Milk, ter recuperado para a actualidade a figura de Harvey Milk, Os Tempos de Harvey Milk, de Rob Epstein, é um documentário essencial que enquadra o activista e político no seu contexto e época ao relembrar o tumultuoso clima social e político de São Francisco nos anos 70 e construir um brilhante e assombroso retrato do que realmente se perdeu com o brutal assassínio.

Este filme foi produzido 6 anos depois da morte de Milk e usa declarações suas, entrevistas originais, notícias da época, material de arquivo, e imagens dos acontecimentos que se sucederam ao assassinato.

Este documentário ganhou o óscar de melhor documentário em 1985 e o prémio especial do júri no primeiro Sundance Film Festival, entre outros prémios.”
http://mica-me.blogspot.com/2009/09/ola-tods-como-sabem-o-mica-me-esta-de.html

Rifas MICA-me

“Olá a tod@s!

Este mês o MICA-me está de parabéns. Fazemos um ano.

Em Portugal, só 26,7% dos jovens estão ligados ao associativismo e grande parte desse número é devido ao associativismo desportivo. Na Noruega, cada jovem está ligado, em média, a 5 associações.

Podemos alegar que é cultural, que os portugueses não têm espírito associativo. Muita gente ao ser confrontada com a possibilidade de estar associada a algum colectivo pergunta: “O que é que eu ganho com isso?” e não pensa: ” De que modo é que eu posso contribuir para uma sociedade melhor?”

O MICA-me nasceu há um ano pela concretização da vontade de meia dúzia em motivar outros quantos. Nasceu da vontade de fazer, nasceu da consciência que o activismo se faz no dia-a-dia, que cada um faz a sua parte, que cada um faz o que pode e que juntos podemos fazer essa tal sociedade melhor.

O MICA-me nasceu da ideia de que as celebrações do Orgulho LGBT são importantes, mas que não são todo o activismo, e que todos os dias se pode fazer mais.

Neste ano que passou realizámos alguns projectos, e ideias não nos faltam para continuar – contamos convosco para nos ajudar também neste ponto – nem a vontade para as concretizar.

Estamos agora a começar um novo ano. Estamos motivados, de mangas arregaçadas, e somos ambiciosos. Para seguirmos o caminho que traçámos continuamos a contar com todos os que queiram contribuir conosco

Neste mês de comemoração do ano que passou e de brinde ao anos que se seguem temos disponíveis umas rifas de aniversário. Pensámos que é uma boa maneira de tod@s podermos dar um presente ao MICA-me. O objectivo destas rifas é angariar fundos para projectos que se avizinham e se adivinham mais dispendiosos. Esperamos poder contar com tod@s para podermos continuar no caminho que desenhamos.

As rifas já estão disponíveis. Quem quiser contribuir basta entrar em contacto conosco pessoalmente ou através do nosso email micame.lgbt@gmail.com

O custo de cada rifa é de 1 MICA. Os números vão do 00 ao 99. O primeiro prémio é o livro “Carta a Bosie”, de Oscar Wilde. O segundo prémio é o livro infantil de temática lgbt “A Princesa e a Andorinha”, de Marisa Santos. Os números vencedores serão os correspondentes aos números do 1º e 2º prémios, respectivamente, da Lotaria Clássica concurso 39/2009 a 28 de Setembro de 2009. Os prémios devem ser reclamados até 31 de Outubro de 2009. Para mais informações podem enviar-nos um email para micame.lgbt@gmail.com

Contamos convosco para nos ajudar e para passar a palavra. =)

Para breve temos mais novidades a que esperamos também se possam juntar.”

http://mica-me.blogspot.com/2009/09/ola-tods-este-mes-o-mica-me-esta-de.html

The hottest place in hell is reserved for those who remain neutral.

Zack’s Ramblings: A Gay Man’s Letter to President Obama

Dear President Obama,

It still feels weird to type that. Remember a couple months ago when you were simply Barack Obama? You were our friend then, and we all believed in you. You had a first and last name just like we all do, and you staked a claim in your accessibility and the fact that people really liked you. Your political aims were admirable as well and you promised things that this country needed. And now you are on your long road to delivering them. And I do not envy you.

The fact is, you have inherited a country in tatters. And I do believe you can fix it. It won’t be an easy process and you are going to lose some friend along the way. But isn’t that the president’s main job? You traffic in hard choices, President Obama. We elected you so we wouldn’t have to make them ourselves.

However, you have forgotten the fact that the country is not an abstract concept like change or pride. The fact is that our country is made up of a population of individuals that are just as tired and ragged as the flag that flies above them. You cannot neglect one group of people in name of a “greater good.” President Obama, the well-being of your people is the greater good. The economy, universal healthcare, those are just key pieces of a larger puzzle. They are not a tarp that you place above your huddle masses to keep them dry.

As you might have guessed by the name of the publication I write for, I am referring to the queer Americans you have left in the dust. Those gay, lesbian, bisexual, transgender and any other sexual/gender minorities are starting to feel just a wee bit betrayed by you.

When we elected you last november, you stood in Grant park and said you planned to help all Americans, “Gay and Straight.” When I walked home down 18th street that night, holding my boyfriends hand, strangers kept looking at us and shouting that. “Gay AND straight.” It was the most comfortable I’ve ever felt being gay on 18th St. You did that. More recently, the panhandlers in Gallery Place have been saying “Obama” to us when they see us kiss on the street corner. There’s no judgement in it. They just acknowledge that we have as much a place here as they do. You did that.

But really, that’s all you’ve done. If three little words in an inauguration speech can touch people so much, imagine what would happen if you passed a law? Allowed us to get married or serve in the army? Why, people would have to start treating us as equals.

And that, President Obama, is where you are failing. Right now my day to day life is pretty nice. I don’t have a desire to get married or serve in the army, I’ve lucky enough to have never been gay-bashed and I’ve never faced discrimination in the workplace. So my problem is the most basic one: You are not making me feel very good about myself. By sending a message that our most basic rights can be put off until some other time, by saying that our civil rights as a people will somehow hamper a bevvy of entirely unrelated causes, by turning your back as a culture war tears our country in two and we stand as bullet-riddled black sheep in its middle. And I am a cisgendered white male living in the midst of a major American city. I’m the least in need of the protections you aren’t offering us.

A lot of people believe in our causes. A lot of people don’t. Where do you fall?

My grandfather, who watched the branches of his family tree crumble away in the Holocaust, always says that the hottest place in hell is reserved for those who remain neutral. So what are you going to do? If you agree with most of the country, that we are not worth expending energy on, then I just wish you’d say it. “GLBT Americans, I regret to inform you that I don’t care about your plight. Don’t let the door hit you in the ass on the way out.”

Otherwise, you better fucking do something, President Obama. Because right now you are simply a doll with a string in your back, parroting back the message we’ve heard since we first became visible: “It is not your turn. It is not your turn. It is not your turn.”

Last week, a transgender woman named Nana-Boo was murdered brutally on the street at 2:30 in the afternoon. And her blood is partially on your hands. When you ignore an entire group of people, or push them to the back burner of your political agenda, you send a message to the country at large that we’re not worth it. That we’re second class. That we’re expendable, and that violent or disparaging acts against us are as deplorable as swatting a mosquito. You have the power to stop this violence from the top down. Will you exercise it?

It’s about more than just a set of tangible rights. It’s about sending a message to every person in this country that we queer Americans count. That we deserve kindness and protection, and we are not the source of all social ills or “moral reprehensibility,” whatever that means.

You can do this for us. You can do anything. But you just have to do it.

Your house in Chicago is right across the street from my parents synagogue. They showed it to me last time I was home for Rosh Hashanah. There was a time when I felt that I could simply go to your house and slip a note like this under your door, and you would read it. You’d peruse it in some overstuffed chair while you had a cup of tea, and you’d wonder how to reverse the fortunes of a group of people who have had only the most mild of successes in a long battle against the thousand faces of hate.

But now? I’m just going to put this on the internet and hope it gets to you somehow. Please remember that it is entirely in your power to finally, finally, start doing something to help us.

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